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Call e Put

Call dá o direito de comprar a ação num preço fixo (strike); você usa quando aposta na alta. Put dá o direito de vender; serve para apostar na queda ou proteger posição. Quem compra paga um prêmio e tem risco limitado a ele; quem vende recebe o prêmio e assume a obrigação.

Bid, ask e último

Bid é a melhor oferta de compra; ask, a melhor de venda. O último é o preço do negócio mais recente. A diferença entre bid e ask é o spread — quanto menor, mais líquido o ativo.

Volume e volume financeiro

Volume é a quantidade de ações negociadas no dia; volume financeiro é esse total em reais (quantidade × preço). Ambos indicam liquidez — fundamentais em opções, onde papéis ilíquidos têm spreads largos.

Delta (Δ)

Quanto o preço da opção varia para cada R$1 na ação. Call: 0 a 1; put: -1 a 0. Aproxima a probabilidade de virar exercício e mede a exposição equivalente em ações.

Gamma (Γ)

A velocidade do delta: quanto o delta muda quando a ação anda R$1. Maior perto do strike e do vencimento.

Theta (Θ)

O efeito do tempo: quanto a posição perde ou ganha por dia só pela passagem do tempo. Comprado em opção = theta negativo; vendido = positivo.

Vega (V)

Sensibilidade à volatilidade implícita: ganho ou perda a cada 1% de variação na IV. Comprado em opções = vega positivo.

Travas (spreads)

Combinam compra e venda do mesmo tipo em strikes diferentes. Reduzem custo e risco em troca de limitar o ganho. Alta = subida moderada; baixa = queda moderada.

Venda coberta e collar

Venda coberta: você tem a ação e vende uma call para gerar renda, abrindo mão da alta acima do strike. Collar acrescenta uma put de proteção, travando também a perda.

Straddle, strangle e borboleta

Estratégias de volatilidade. Straddle e strangle lucram com movimentos fortes para qualquer lado. A borboleta é o oposto: lucra se a ação ficar parada perto do strike central.

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